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Extracto do livro
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Comentário
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Nas fotografias de amostras de rochas detríticas incoerentes (pág. 120) as amostras de argila podem confundir os alunos, uma vez que parece que são 4 partículas de argila. Dever-se-ia referir explicitamente que é o tamanho das partículas o factor essencial na distinção das mesmas. |
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Estas duas amostras (pág. 122) não são muito diferentes para os alunos. Para além disso, a amostra B parece ser o calcário oolítico e a A o calcário pisolítico. |
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Este esquema (pág. 124) apresenta vários problemas. Não se percebe bem como estão misturados termos relacionados com produtos (petróleo e areia) e com processos (sedimentação, compactação). Não se entende ainda qual o papel da "areia ou calcário" em todo este cenário. |
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Esta carta litológica (pág. 142) sugere, erradamente, que nos arquipélagos dos Açores e da Madeira apenas a Ilha de Porto Santo é constituída por basaltos (as restantes seriam formadas por xistos, arenitos e calcários). Na legenda não se percebe porque se associa na mesma simbologia rochas metamórficas e sedimentares (por exemplo, xistos, arenitos e calcários a verde e xistos e arenitos a amarelo). |
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No glossário (pág. 150) refere-se que as crateras se formam apenas devido a fenómenos vulcânicos quando também podem ser originadas devido ao impacto de meteoritos. Não deixa de ser curioso que a fotografia apresentada mostre precisamente uma cratera de impacto no Arizona. |
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Para alunos do 7º ano, esta fotografia e correspondente esquema (pág. 68) são demasiado complexos, até porque existem em Portugal exemplos muito mais didácticos (ver a secção Portugal Geológico nestas páginas). |
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A amostra do centro parece ser uma amostra de calcite e não de uma rocha metamórfica e a amostra da direita é um pegmatito bandado (provavelmente de Covide) não se tratando também de uma rocha metamórfica. |
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